Cibercultura é a cultura do nosso dia-a-dia, sendo marcada
pelas tecnologias digitais em redes. É uma relação promovida entre as
tecnologias, a sociedade e uma cultura. A cibercultura fomenta um espaço de
comunicação mais flexível onde todos os indivíduos podem participar, interagir,
emitir e receber informações e conhecimentos. Visando superar o modelo
unidirecional da educação, a educação pode promover uma aprendizagem
colaborativa marcada pela interação, diálogo e interatividade. A educação
online possibilita o saber e a aquisição de novos conhecimentos mediante o
contato com outras mídias.
A cibercultura possibilita uma nova forma de se ver a
educação. Contudo, incorporar a linguagem digital e tecnológica na prática
docente pode ser ainda um desafio, uma vez que a mesma requer uma metodologia
de ensino que aproxime o alunado da realidade digital, presente ao seu redor e
tão facilmente manipulado por ele, e dos
saberes promovidos pela escola. É necessária uma metodologia que estimule a
flexibilidade, a autonomia e a inclusão por parte dos alunos, promovendo
espaços de diálogo, interação e participação de todos.
Torna-se necessário ao professor conhecer as tecnologias de
forma crítica e consciente e que faça uso das mesmas como recursos didáticos,
que utilize-as como aliadas de sua prática docente, buscando uma aproximação
entre a linguagem digital e os saberes transmitidos pela escola. Perrenoud (2000) afirma que o professor precisa ter uma
cultura informática básica e saber manejar os instrumentos tecnológicos,
utilizando-os a fim de favorecer a exploração, a simulação, a pesquisa, o
debate e desenvolver o espírito crítico em seus alunos para que não tornem
escravizados das tecnologias. As tecnologias constituem como ferramentas que
possibilitam trabalhar a ludicidade assim como o desenvolvimento da capacidade
de buscar, de pesquisar e do questionar do aluno diante do que lhe é
apresentado.Nesse espaço, o professor deixa de ser visto como único detentor de
conhecimento, sendo ele apenas o responsável pela distribuição de saberes. Contudo,
o aluno é visto como detentor de saberes e informações, sendo capaz de expor e
trocar informações com os demais envolvidos, devendo ser estimulado pelo
docente para uma participação ativa e colaborativa, onde possam expressar opiniões,
idéias e conclusões.
Fonte: http://papodeprofessora.blogspot.com.br/2013/03/a-formacao-dos-professores-e-as-novas.html
Referências
Bibliográficas
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MAINART, Domingos de A; Santos, Ciro
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Convibra Administração – Congresso Virtual Brasileiro de Administração. p. 1-15.
Disponível em:
<http://www.convibra.com.br/upload/paper/adm/adm_1201.pdf> >Acesso em: 07 Mar. de 2014


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